HISTÓRIA DA ÁFRICA E AS RAÍZES AFRICANAS DO BRASIL


O rio Nilo foi facilitador da vida e crescimento de outra civilização que por um tempo rivalizou com o Egito. Assinale a alternativa correta em relação a essa civilização.


Magreb - Núbia
Congo - Núbia
Ivanhoé - Núbia
Meroé - Núbia
Delta - Núbia

Leia os trechos abaixo:

 

“Não tem ideia alguma sobre o Paraíso, e Inferno...”

 “Não tem ídolo, ou divindade que adorem...”

 “Não sabem o que é Diabo, nem há palavras em seu Idioma que o signifique.”

 (apud MACEDO, História da África, 2013).

  

Esta descrição se refere a algumas características da religião existente entre os povos de Sofala, uma das mais antigas e importantes comunidades da atual República de Moçambique.

Sobre a religião dos povos de Sofala, pode-se afirmar que:

  

I – Suas crenças se baseiam nos princípios religiosos no cristianismo.

II – São povos politeístas que negam a distinção entre Bem e Mal.

III – Apresentam uma profunda influência do pensamento islâmico.


Estão corretas as alternativas contidas em:


I, apenas.
I e II, apenas.
II e III, apenas.
II, apenas.
III, apenas.

A cultura e a comunicação no Sudão, sociedade africana localizada no Norte do continente, foi marcada pela oralidade. Sobre este traço da cultura sudanesa, analise as afirmações abaixo:


I – Através da oralidade se transmitia os conhecimentos de geração para geração.

II – Nessa tradição, havia algumas profissões relacionadas a preservação e memorização do passado.

III – Assim que esta sociedade assimilou a escrita, ela abandonou as tradições orais.


Estão corretas as afirmações contidas em:


I e III, apenas.
I e II, apenas.
III, apenas.
I, II e III.
II e III, apenas.

Os noticiários sobre o continente africano, na maioria das vezes, destacam os problemas sociais, os conflitos étnicos, a fome, as doenças, entre outros fatores negativos. No entanto, esse
continente possui muitas belezas naturais, além de apresentar grande diversidade cultural. A África pode ser vista de várias formas, tudo dependendo do olhar que se lança sobre sua história.


Sabendo disso, aponte a alternativa que expressa como a antiguidade africana, historicamente, tem sido vista e ensinada pela educação brasileira.


A educação brasileira nunca se sentiu comprometida com o ensino de culturas menores, ágrafas e sem expressão.
A antiguidade africana sempre foi bem vista e valorizada nos currículos escolares pelos educadores brasileiros.
O Egito, por si só, encarna o que chamamos de antiguidade africana, sendo ele altamente valorizado pela educação brasileira.
Os educadores sempre se insubordinaram contra as determinações institucionais que determinavam a proibição do ensino sobre a cultura africana, visto que valorizavam essa cultura.
Existia uma postura de profunda indiferença em relação à antiguidade africana.

“A África é tão pouco uniforme cultural quanto geograficamente. Os africanos não são uma raça de pretos primitivos, nem é a África um continente sem uma velha história, como ainda se pensa geralmente. [...] São marcantes suas diferenças culturais, étnicas e linguísticas. Seu passado, embora não raro obscuro, não é a crônica de um isolamento” (LOMMEL. A arte pré-histórica e primitiva. 1979. p. 37).

 

Em relação à história da África e de seu povo, pode-se afirmar que:

 

I) Além dos egípcios, vários outros povos habitavam o continente africano no período correspondente à chamada Idade Antiga.

II) Com a expansão islâmica, todo o norte africano foi dominado pelos árabes através da fundação de diversos califados.

III) durante a Idade Média, o avanço das cruzadas recuperou definitivamente o Norte da África para o domínio cristão.

Estão corretas as alternativas contidas em:


II e III apenas
III apenas
I e III apenas
I e II apenas
II apenas

A influência da religião cristã chegou à África muito antes do processo de expansão marítima europeia. Aponte, entre os povos e localidades relacionados, os que inicialmente se converteram ao cristianismo


Sudão Oriental.
Nos povos muçulmanos.
No Zimbábue.
No Egito.
Os povos Axum e na Etiópia. 

Os últimos países africanos a alcançarem a independência, já na década de 1990, foram:


África do Sul e Namíbia
Marrocos e Argélia
Eritréia e Congo
Namíbia e Eritreia.
Egito e Namíbia

A África Ocidental foi a maior exportadora de escravos de todo o continente. Estima-se que entre 1600 e 1800, mais de 3,1 milhões de escravos saíram dos portos de embarque desta região, o que corresponderia a cerca de um terço de todo o comércio de escravos africanos nesse período.

Contribuíram para isso os seguintes fatores:

I) aliança que os portugueses estabeleceram com os reis do Congo no comércio de escravos.

II) ausência de reinos e Estados organizados na região central da África.

III) a posição geográfica estratégica desta região no comércio com o Brasil.

IV) ausência de metais preciosos e mercadorias de valor na região.

 

Estão corretas as alternativas contidas em:


I apenas
II e III apenas
I, II e III
I e II apenas
I e III apenas

No processo de conquista e ocupação da África Negra pelos europeus surgiu um tipo étnico chamado africânder, que era descendente de:


portugueses e espanhóis, de formação católica.
ingleses belgas, de formação anglicana.
dinamarqueses e holandeses, de formação calvinista.
alemães e belgas, ligados a Igreja Anglicana Reformada.
holandeses e alemães, ligados a Igreja Reformada Holandesa.

Sobre o apelo ideológico que caracterizou os conflitos regionais africanos pós-descolonização, analise as afirmativas seguintes, assinalando a alternativa correta.


A descolonização fortaleceu a economia europeia, revitalizou o parque industrial do velho continente e, sobretudo, inspirou as propostas de economia sustentável no mundo todo.
A descolonização resultou, não somente na derrocada das potências europeias, mas, igualmente, na hegemonia socialista em todo continentes africano.
A descolonização se deu pela pressão política dos EUA e da URSS contra a manutenção da ordem colonial: a primeira porque era contrária ao fechamento dos mercados; a segunda, pela identidade que tinha com os movimentos revolucionários e anticolonialistas.
O apelo das metrópoles ao esforço de guerra das colônias contra as ditaduras fascistas, em nome da democracia e da liberdade, acabou, inusitadamente, legitimando essas mesmas formas de governo fascistas.
O positivismo francês influenciou, sobremaneira, a descolonização africana e fundamentou a organização do modo de produção coletivo que se instaurou nesses países.
Páginas: 1234