QUÍMICA INORGÂNICA


Segundo a teoria de VSEPR os pares eletrônicos da camada de valência do átomo central numa molécula ou num íon poliatômico tendem a se orientar de forma que sua energia total seja mínima. Isto significa que eles ficam tão próximos quanto possível do núcleo e ao mesmo tempo ficam o mais afastado possível entre si, a fim de minimizar as repulsões intereletrônicas. Sendo assim, analisando a molécula ClF3, podemos dizer que geometria dessa molécula é:

Dados: 17Cl e 9F


Trigonal plana


Forma de T


Gangorra


Quadrada planar


Piramidal

A teoria dos orbitais moleculares constitui uma alternativa para se ter uma visão da ligação, onde todos os elétrons de valência têm uma influência na estabilidade da molécula. De acordo com a teoria do orbital molecular podemos afirmar que:


Quando houver orbitais moleculares de diferentes energias, os elétrons ocuparão um a um com spin paralelos.


O número de orbitais moleculares produzidos é igual ao número de orbitais combinados.


Um orbital molecular só pode alocar 1 elétron com spin emparelhado.


Na formação dos orbitais moleculares os elétrons são alocados nos orbitais a partir daqueles de maior energia.


O número de orbitais moleculares produzidos é sempre menor que o número de orbitais combinados.

A Teoria do Orbital Molecular usa os métodos da teoria de grupos para descrever a ligação química em moléculas. A simetria e a energia relativa dos orbitais atômicos determinam como eles interagem para formar orbitais moleculares. Sabendo que a configuração eletrônica do oxigênio, no estado fundamental, é: 1s22s22p4. O modelo da Teoria dos Orbitais moleculares permite fazer, respectivamente, as seguintes previsões para o íon superóxido (O2-) em relação à ordem de ligação oxigênio-oxigênio e ao comportamento magnético do íon:


OL = 2 e diamagnética.


OL = 1 e diamagnética.


OL = 1,5 e diamagnética.


OL = 2 e paramagnética.


OL = 1,5 e paramagnética.

Quando submetemos as emissões radioativas naturais, notamos a sua subdivisão em três tipos bem distintos de radiações. Os raios Alfa tem uma carga elétrica positiva. Consistem em dois prótons e dois nêutrons, e são idênticos aos núcleos dos átomos de hélio. Os raios Alfa são emitidos com alta energia, mas perdem rapidamente essa energia quando passam através da matéria. Quando um átomo do isótopo 228 do tório libera uma partícula alfa, transforma-se em um átomo de rádio, de acordo com a equação:

xTh228 → 88Ray + 2α4

Analisando a reação, podemos afirmar que os valores de x e y são, respectivamente:


90 e 224


90 e 226


86 e 230


88 e 228


92 e 226

Tempo de meia-vida é o tempo necessário para que metade da quantidade de um radionuclídeo presente em uma amostra sofra decaimento radioativo, ou seja, é o tempo necessário para que a massa de uma amostra radioativa se reduza à metade. O radioisótopo 53I131 com massa 3 g, emite radiação beta e perde 0,5 g de sua massa em 2 anos. Determine a constante de decaimento e o tempo de meia-vida para o radioisótopo, respectivamente.


0,153 a-1 e 7,62 anos.


0,153 a-1 e 4,53 anos.


0,91 a-1 e 0,76 anos.


0,091 a-1 e 3,02 anos.


0,091 a-1 e 7,62 anos.

A moagem de um mineral é realizada quando se deseja obter um produto de tamanho inferior a 10 mm. Normalmente, o minério encontra-se em forma de polpa mineral e o processo ocorre a úmido. Podemos dizer que a moagem possui como objetivo:


Possibilitar o transporte em minerodutos.


Aumentar a dureza do mineral.


Selecionar o tipo de mineral que entra no processo.


Controlar a saída de produto pela abertura do cone.


Diminuir a superfície de contato do mineral.

O ácido fosfórico é um dos compostos químicos mais importantes por ter várias aplicações na indústria química e alimentícia. Esse ácido é utilizado na indústria de fertilizantes, indústria de produção de sal minera, indústria de bebidas, usina de açúcar, indústria farmacêutica, etc. Sobre o ácido fosfórico podemos afirmar que:


A partir do H3PO4 podemos obter três grupos de sais: os dihidrogenosfosfatos, os monohidrogenofosfatos e os fosfatos.


Na forma de solução aquosa apresenta baixa viscosidade.


Na sua forma sólida o ácido fosfórico não é higroscópico.


Um método utilizado para a sua produção é o tratamento da rocha fosfática com hidróxido de sódio concentrado.


Possui apenas dois hidrogênios ionizáveis.

No difluoreto de enxofre (SF2), o átomo central é o S, cuja configuração eletrônica 1s2 2s2 2p6 3s2 3p4. Dois elétrons da camada externos do “S” são utilizados para formar ligações com dois átomos de flúor. O número estérico e a geometria para essa molécula é, respectivamente:

Dados: 16S e 9F.


5 e Bipirâmide trigonal.


5 e Gangorra.


6 e Quadrado planar.


6 e Pirâmide tetragonal.


4 e Angular.

Como em qualquer tipo de matéria no estado sólido, os minerais possuem quatro tipos de ligações química que são as iônicas, covalentes, metálicas e força de van der Waals. Essas interações entre os grupos constituintes do mineral é que vão definir suas propriedades físicas e químicas. Sobre as ligações iônicas podemos afirmar que:


Quando a ligação é predominantemente iônica, cada íon tende a acomodar tantos íons de carga oposta quanto puder.
Em um mineral com ligações iônicas, quanto menor a distância entre os cátions e ânions, menor será sua dureza.
Os minerais com ligações iônicas são, em geral, duros, com alto ponto de fusão, baixo ponto de ebulição e são bons condutores de corrente elétrica.
O número de coordenação e a geometria no entorno do átomo central não dependem dos tamanhos relativos dos íons coordenados.
Quando o mineral é constituído de ânions das famílias 1 e 2 e cátions da famílias 6 e 7, a interação será iônica.

Uma função industrial muito utilizada dos ácidos, refere-se ao seu poder de reação com metais, provocando a dissolução dos mesmos. Alguns metais porém, podem mostrar-se resistente à ação de um ou outro ácido específico, como é o caso da prata que não reage ao ácido clorídrico. Nestes casos, podemos utilizar uma mistura conhecida pela indústria como "água régia", que nada mais é que:


A mistura de amônia e ácido nítrico.
A mistura de água, ácido fosfórico e nitrato de amônia.
A mistura de ácido sulfúrico e ácido fosfórico.
A mistura de hidróxido de sódio e hidróxido de potássio.
A mistura de ácido nítrico e ácido clorídrico.
Páginas: 12345